Um telefone tocando, uma surpresa, dois sorrisos, meia palavra. Uma música, duas pessoas, um sentimento.
Mil lembranças...
Ah, essa saudade, essa saudade de algo que nem sequer existiu. Saudade daquela loucura qualquer, daquelas rotinas doces, de telefonemas diários. Dói.
Aquele tempo em que eu não me preocupava com o amanhã, por certo lado, era bom. Mas agora não me convém. Deixarei que a saudade me visite de vez em quando, em especial após telefonemas inesperados, mensagens repentinas, recados dados...
Seguidas de mais e mais lembranças e a vontade de fazer retoques no que aconteceu, porém sem saber por onde começar.
Mas quando você tem a certeza de que já não pode ter certeza de nada, o melhor é deixar fluir, seguir, ir ...
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[Oqueeunaoseidizer]